Resposta Social

Pensando em Responsabilidade Social

Ética e transparência

Acabei de assistir a um entrevista consedida por Simon Zadec, fundador do AccontAbility, ao programa Milênio da Globo News (“Conheça um dos idealizadores da nova economia para o século XXI” ) e fiquei impressionado com a forma clara e objetiva com que alguns temas como sustentabilidade, mercado de carbono, geo engenharia foram abordados para traçar um retrato otimista dos rumos que estão sendo dados ao planeta.

Fato que chamou a atenção foi a colocação de Simon sobre a necessidade de realizar transformações no meio financeiro e produtivo a fim de tornar atraentes os aspectos de sustentabilidade e, desta forma, independente de questões éticas, morais ou religiosas, conduzir as transformações necessárias.

É preciso ampliar a capacidade de consumo, mas é necessário fazer de outra forma. Precisamos repensar nossa tendência materialista e dar chance às sociedades mais pobres de ter acesso à possibilidade de consumo, diz o entrevistado.

O mercado de carbono, que estabelece um preço para o carbono emitido e tenta, desta forma, regular os impactos para o planeta, financiar pesquisas e conter as emissões desnecessárias; aliado ao subsídio oferecido pelos mais ricos aos mais pobres para que possam desenvolver-se sem comprometer o planeta compõe um caminho interessante, embora complexo de ser implementado, nos diz o Simon. É possível ser competitivo, produzir em escala e cuidar do planeta através de políticas de redução de emissão de carbono.

Outro ponto que achei interessante foi a colocação de que todo este movimento de responsabilidade empresarial surgiu nos últimos anos como uma resposta ao crescimento do neoliberalismo. Ou seja, pela ampliação do modelo político/social/econômico, as instituições foram levadas a criar um novo conjunto de disciplinas e a perceber novas responsabilidades.

Acabei de assistir a um entrevista consedida por Simon Zadec, fundador do AccontAbility(http://www.accountability21.net/) , ao programa Milênio da Globo News (“Conheça um dos idealizadores da nova economia para o século XXI” – http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1364150-17665-314,00.html) e fiquei impressionado com a forma clara e objetiva com que alguns temas como sustentabilidade, mercado de carbono, geo engenharia foram abordados para traçar um retrato otimista dos rumos que estão sendo dados ao planeta.

Fato que chamou a atenção foi a colocação de Simon sobre a necessidade de realizar transformações no meio financeiro e produtivo a fim de tornar atraentes os aspectos de sustentabilidade e, desta forma, independente de questões éticas, morais ou religiosas, conduzir as transformações necessárias.

É preciso ampliar a capacidade de consumo, mas é necessário fazer de outra forma. Precisamos repensar nossa tendência materialista e dar chance às sociedades mais pobres de ter acesso à possibilidade de consumo, diz o entrevistado.

O mercado de carbono, que estabelece um preço para o carbono emitido e tenta, desta forma, regular os impactos para o planeta, financiar pesquisas e conter as emissões desnecessárias; aliado ao subsídio oferecido pelos mais ricos aos mais pobres para que possam desenvolver-se sem comprometer o planeta compõe um caminho interessante, embora complexo de ser implementado, nos diz o Simon. É possível ser competitivo, produzir em escala e cuidar do planeta através de políticas de redução de emissão de carbono

Outro ponto que achei interessante foi a colocação de que todo este movimento de responsabilidade empresarial surgiu nos últimos anos como uma resposta ao crescimento do neoliberalismo. Ou seja, pela ampliação do modelo político/social/econômico, as instituições foram levadas a criar um novo conjunto de disciplinas e a perceber novas responsabilidades.

09/03/2010 Publicado por | sustentabilidade | , , , | Deixe um comentário

   

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